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quarta-feira, 14 de março de 2018

Dia do Pi



O Dia do Pi celebra-se em todo o mundo a 14 de março.
A escolha desta data para o Dia do Pi prende-se com o facto de a notação americana das datas ser MM/DD e não DD/MM. Assim, nos EUA, a notação do dia 14 de março é 3/14, a aproximação mais conhecida de Pi (3,141592653589793238462643383...).
A primeira comemoração do Dia do Pi aconteceu em 1988, em São Francisco, no Museu Exploratorium, por proposta do físico norteamericano Larry Shaw, considerado por muitos o "Príncipe do Pi". Em 2009, o Congresso dos Estados Unidos ratificou a designação do dia 14 de março como o “National Pi Day”. Desde então, esta comemoração tornou-se internacional.

Para celebrar o dia com a NASA, clique em:


Especialmente para estudantes, a NASA, através do Jet Propulsion Laboratory, do California Institute of Technology, propõe alguns desafios onde, usando o Pi, se podem resolver problemas de matemática estelares enfrentados pelos cientistas e engenheiros da NASA. Conheça-os em:











quinta-feira, 8 de março de 2018

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


O tempo é agora!

“Alcançar a igualdade de género e capacitação das mulheres e das meninas é a tarefa inacabada do nosso tempo e o maior desafio dos direitos humanos no nosso mundo.”
António Guterres, Secretário Geral da ONU

Desde 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas passou a celebrar o Dia Internacional da Mulher a 8 de março.

Em 2018, ano em que questões como o assédio sexual, a violência e a discriminação contra as mulheres captaram as atenções e o discurso público, ocorrendo um movimento global sem precedentes por direitos, igualdade e justiça para as mulheres, a ONU Mulheres decidiu que o tema do Dia Internacional da Mulher deste ano é “O tempo é agora: ativistas rurais e urbanas transformam a vida das mulheres”.
Iniciativas como os movimentos #MeToo, nos Estados Unidos; #EuTambém, no México, Espanha e América Latina; #QuellaVoltaChe, na Itália; #BalanceTonPorc, na França; #Ana_kaman, nos Estados Árabes; e “Ni Una Menos”, na Argentina, mobilizam pessoas em todo o mundo através de protestos e campanhas globais.

Segundo a agência das Nações Unidas para as mulheres (ONU Mulheres), “o Dia Internacional da Mulher de 2018 é assim uma oportunidade para transformar esse impulso em medidas concretas de capacitação de mulheres de todos os ambientes — rural e urbano — e de reconhecer as ativistas que sem descanso reivindicam direitos e desenvolvimento pleno”.
Neste ano, o Dia Internacional da Mulher chama também a atenção para os direitos e o ativismo das mulheres rurais, que constituem mais de 25% da população mundial e que, cultivando as terras e plantando sementes para alimentar as populações, garantem a segurança alimentar das suas comunidades e geram resiliência face às alterações climáticas. Apesar disso, se a diferença mundial de salário entre mulheres e homens se situa em 23%, nas áreas rurais pode chegar até 40%. Em praticamente todos os indicadores de desenvolvimento, as mulheres rurais estão atrasadas em relação aos homens rurais e às mulheres urbanas, devido à permanência das desigualdades de género e da discriminação.
As mulheres rurais lutam hoje pelo seu direito a um nível de vida adequado, uma vida sem violência ou práticas nocivas, assim como o seu acesso à terra e aos bens produtivos, à segurança alimentar e à nutrição, ao trabalho decente, à educação e à saúde, incluindo a saúde sexual e reprodutiva.
Segundo a ONU Mulheres, “Este é um momento em que milhares de mulheres valentes da indústria cinematográfica, do teatro e das artes começaram a elevar as suas vozes contra o abuso e as agressões sexuais por parte de homens poderosos do setor. No âmbito das mulheres rurais, estas vozes encontram um poderoso aliado na Aliança Nacional de Camponesas, uma organização norte-americana de camponesas que conhece bem o abuso de poder”.
Assim, uma vez mais no dia 8 de março, a ONU Mulheres e ativistas em todo o mundo unem-se para aproveitar a oportunidade, celebrar os avanços, tomar medidas e transformar a vida das mulheres. O tempo é agora!, conclui a agência das Nações Unidas.

Vídeo sobre o International Women’s Day 2018: The Time is Now:





História do Dia Internacional da Mulher:





quinta-feira, 1 de março de 2018

Autor do mês de março – Alexandre Herculano


Alexandre Herculano de Carvalho e Araújo nasceu em Lisboa, no dia 28 de Março de 1810, e morreu na Quinta de Vale de Lobos, Santarém, em 18 de Setembro de 1877. Encontra-se sepultado no Mosteiro dos Jerónimos, para onde foi transladado em 6 de Novembro de 1978.
As invasões francesas (1807-1811), o consequente domínio inglês e a difusão das ideias liberais, vindas sobretudo de França e que conduziriam à Revolução de 1820, marcaram a sua infância e juventude, assim como toda a sua vida literária.
Se hoje é recordado e estudado principlamente como escritor, historiador, ensaísta e poeta do romantismo português, a sua vida passou também pelo combate político, destacando-se na luta contra o absolutismo e envolvendo-se nas guerras que opuseram liberais a miguelistas. Em 1831, participou na revolta de 21 de Agosto protagonizada pelo Regimento n.° 4 de Infantaria de Lisboa contra o governo de D. Miguel, o que o obrigará, após o fracasso daquela revolta militar, a exilar-se, primeiro em Inglaterra e, mais tarde em França; em 1832, de regresso a Portugal, junta-se ao exército liberal e participa na expedição militar comandada por D. Pedro IV que desembarcou, em 8 de Julho de 1832, na praia do Mindelo.
Identificando-se com a ala esquerda do Partido Cartista (defensor da Carta Constitucional de 1826, promulgada por D. Pedro IV), foi eleito deputado às Cortes pelo Partido Cartista em 1840, mas demitiu-se no ano seguinte, desiludido com a atividade parlamentar. Foi preceptor do futuro Rei D. Pedro V e um dos fundadores do Partido Progressista Histórico, em 1856.
Nomeado por D. Pedro IV como segundo bibliotecário da Biblioteca do Porto, aí permaneceu até ter sido convidado a dirigir a revista O Panorama (1837-1868), revista de caráter artístico e científico de que era proprietária a Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Úteis, patrocinada pela própria rainha D. Maria II.
Recebeu uma formação de índole essencialmente clássica (Latim, Lógica e Retórica) e literária que passou pelo estudo de inglês, francês, italiano e alemão, línguas que foram decisivas para a sua obra literária. Com os estudos de Diplomática, empreendidos aos 18 anos na Torre do Tombo, aprendeu os rudimentos da investigação histórica. Em 1839, o convite de D. Fernando para dirigir as bibliotecas reais da Ajuda e das Necessidades, permitiu-lhe prosseguir trabalhos de investigação histórica, que viriam a concretizar-se nos quatro volumes da História de Portugal, publicados entre 1846-1853.
Herculano foi o responsável pela introdução e pelo desenvolvimento da narrativa histórica em Portugal, na senda do que haviam feito Walter Scott (1771-1832), poeta e romancista escocês que escreveu, entre outros, Ivanhoe, ou o francês Vitor Hugo (1802-1885), autor do romance histórico Nossa Senhora de Paris e que lhe terá servido também de modelo.
Juntamente com Almeida Garrett, é considerado o introdutor do Romantismo no nosso país, desenvolvendo os temas da incompatibilidade do homem com o meio social.
Em 1838, publicou o seu primeiro livro de poesia, A Harpa do Crente, e vê levada à cena, em Lisboa, a peça O Fronteiro de África ou três noites aziagas.



Em 1843 publicou O Bobo e, entre 1844 e 1848, O Monasticon, obra que integra aquele que é considerado a obra maior do romance histórico em Portugal no século XIX, Eurico o Presbítero, além de O Monge de Cister.



Em 1846, publica o primeiro volume de uma das suas obras mais notáveis, História de Portugal, obra que introduz a historiografia científica em Portugal. O prestígio que lhe advém desta publicação leva a Academia das Ciências de Lisboa a nomeá-lo seu sócio efetivo em 1852 e a encarregá-lo da recolha dos Portugaliae Monumenta Historica (coleção de documentos valiosos dispersos pelos cartórios conventuais do país), projeto que empreende em 1853 e 1854, e que começará a ser publicado em 1856. Publica ainda História da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal, entre 1854-1859.



Na obra Lendas e Narrativas, publicada em 1851 e composta por textos mais ou menos curtos, que se podem considerar contos e novelas, Alexandre Herculano abordou vários períodos da história da Península Ibérica, sendo evidente a sua preferência pela Idade Média, época em que, segundo ele, se encontravam as raízes da nacionalidade portuguesa e escolha comum entre os românticos.



Também em 1851, publicou O Pároco de Aldeia.
Entre 1836 e 1860, publicou dez Opúsculos, dedicados ao que chamou Questões Públicas, Controvérsias e Estudos Históricos, Literatura.
Em 1867, após o seu casamento com D. Mariana Meira, e desiludido com a vida pública, retira-se definitivamente para a sua quinta de Vale de Lobos (Azoia de Baixo, Santarém) para se dedicar (quase) inteiramente à agricultura e a uma vida de recolhimento espiritual. Apesar deste novo e voluntário exílio, continuou a trabalhar nos Portugaliae Monumenta Historica, em 1871 interveio contra o encerramento das Conferências do Casino, orientou em 1872 a publicação do primeiro volume dos Opúsculos e manteve correspondência com várias figuras da vida política e literária

Em Vale de Lobos viria a morrer de pneumonia, em 13 de Setembro de 1877.


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

20 de fevereiro – Dia Mundial da Justiça Social




"Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade".

Paulo Freire, pedagogo e filósofo brasileiro (1921-1997)

Em novembro de 2007, a Organização das Nações Unidas instituiu o dia 20 de Fevereiro como o Dia Mundial da Justiça Social, com o objetivo de promover a reflexão sobre a necessidade de existir Justiça Social em todos os países do mundo. As principais metas para a realização da Justiça Social são a eliminação da pobreza, o acesso a emprego digno, a eliminação de todo o tipo de discriminações e também melhorar o bem-estar da população. Para tal, a Organização das Nações Unidas aposta em iniciativas para a difusão e o incentivo de políticas de inclusão social e proteção dos mais pobres e desafortunados, garantindo assim que os que têm menos acesso sejam incluídos no ciclo do desenvolvimento.
A falta de justiça social afeta ainda hoje muitos países no mundo e de forma mais grave aqueles que enfrentam regimes de governo não democráticos, onde os esforços têm sido intensificados para melhorar as condições de vida da população.
Do ponto de vista da ética e justiça social, o respeito pelos direitos humanos deve ser uma das bases de qualquer sociedade, pois somente a partir dele se pode garantir a vida com dignidade e a eliminação dos abusos e, por consequência, da desigualdade.
A educação é uma das bases para a promoção da Justiça Social pois é através da educação que os seres humanos se desenvolvem como cidadãos e adquirem condições de acesso a um emprego digno, garantia também de uma vida plena e realizada.

Em 2108, a Organização Internacional do Trabalho (organismo especializado da ONU) celebra o Dia Mundial da Justiça Social lembrando os cerca de 150 milhões de trabalhadores migrantes em todo o mundo.


Saiba mais em

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Dia dos Namorados - uma exposição na Biblioteca


 O Beijo (1907/1908) - Gustav Klimt

“Qualquer um que desejar saber algo sobre mim deve olhar atentamente para as minhas pinturas e procurar reconhecer nelas o que eu sou e o que eu quero”.
Gustav Klimt
Talvez a obra mais famosa do pintor austríaco Gustav Klimt, O Beijo foi a inspiração para os alunos do 9º ano do ECB comemorarem o Dia dos Namorados.

Exposição patente na Biblioteca do ECB.










Gustav Klimt nasceu em Viena, a 14 de julho de 1862, e morreu na mesma cidade, em 6 de fevereiro de 1918.


Gustav Klimt

Em O Beijo, executado entre 1907 e 1908 e originalmente nomeado Casal de Namorados, Klimt comunica uma sexualidade latente, retratando sensualidade e erotismo: um homem e uma mulher abraçados sob um tapete de flores; o homem inclinado a beijá-la. Críticos e historiadores de arte afirmam que o casal retratado é o próprio Klimt com Emilie Flöge, a sua eterna companheira e musa, que aqui aparece como mulher fatal e submissa. O contorno do homem, definido por ornamentos retangulares, simbolizará a sua masculinidade, impondo movimento no pescoço forte. A mulher, pelo contrário, através de contornos arredondados, é representada de forma passiva - ajoelhada em frente ao homem - num gesto claro de subordinação.
Esta obra integra-se na fase dourada do artista (da qual fazem parte pinturas como O Retrato de Adele Bloch-Bauer I, Judith ou Danaë) e contém na sua composição elementos de ouro, além de detalhes que simulam ametistas, safiras, rubis, opalas e esmeraldas.
Em 1988, 70 anos após a morte do artista, expiraram os direitos de autor da obra e O Beijo passou a ser comercializado de forma massiva, tornando-se estampa dos mais diversos produtos da indústria cultural. A obra original, executada em óleo sobre tela e medindo 180x180 centímetros, está exposta na Galeria do Palácio Belvedere, em Viena, que abriga a maior coleção do mundo com obras do artista.

Para saber mais sobre a obra e o artista, clique em





quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Paul Auster - autor do mês de fevereiro


A literatura é essencialmente solidão. Escreve-se em solidão, lê-se em solidão e, apesar de tudo, o acto de leitura permite uma comunicação entre dois seres humanos.

O escritor norte-americano Paul Auster nasceu em Newark, New Jersey, Estados Unidos, no dia 3 de fevereiro de 1947. Nome cimeiro da atual literatura norte-americana, um escritor de romances “sobre almas solitárias”, tem a sua obra traduzida em mais de quarenta línguas e romances como Timbuktu, O Livro das Ilusões, A Noite do Oráculo ou o mais recente 4 3 2 1 podem ser considerados obras ímpares da literatura universal.
A sua estadia em França, entre 1971 e 1975, aproximou-o da literatura francesa, cuja influência o marcou para sempre. André Breton, Paul Éluard, Stéphane Mallarmé, Jean-Paul Sartre ou Maurice Blanchot são alguns dos escritores franceses que mais admira, contribuindo para a sua difusão junto dos leitores norte-americanos traduzindo-os para a língua inglesa. Além destes autores, Paul Auster refere ainda como influências Dostoiévski, Ernest Hemingway, F. Scott Fitzgerald, Faulkner, Kafka, Hölderlin, Samuel Beckett e Marcel Proust.
Em 1982, Paul Auster começa a carreira como escritor, quando, sob o pseudónimo de Paul Benjamin, publica Squeeze Play, um romance policial que foi apenas distribuído por duas livrarias de Nova Iorque e do qual poucos exemplares foram vendidos. O sucesso viria depois e sempre mais reconhecido na Europa do que no seu próprio país.
Em 1993, foi nomeado Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras em França e ganhou o Prémio Médicis para Literatura Estrangeira. Em 2006, foi-lhe atribuído o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras.
A sua obra encontra-se preenchida por histórias fortes numa prosa limpa. O confronto entre o indivíduo e o vazio, o poder da contingência, a natureza da solidão e memória são alguns dos temas que recorrentemente aborda nos seus romances. A narração é geralmente levada a cabo por personagens cuja perturbação vai aumentando à medida que a ação se desenvolve. Realismo, fantasia, acaso e potencialidades realizadas e irrealizáveis vão-se fundindo de forma indestrinçável.
Em muitos dos seus livros é evidente a influência do cinema: as histórias desenrolam-se numa sucessão que fazem lembrar um thriller, usando o método da "caixa chinesa", sucessão de histórias no interior umas das outras. Esta ligação ao mundo cinematográfico fica consolidada em 1995, quando, em parceria com Wayne Wang, realiza os filmes Smoke e Blue in the Face, de cujos argumentos é também autor. Em 1998, realiza o filme Lulu on the Bridge, igualmente a partir de argumento seu. Em 2006, realiza The Inner Life of Martin Frost, filme produzido pelo português Paulo Branco e baseado no seu romance O Livro das Ilusões, publicado em 2002.
Em 2017, e após sete anos sem publicar, Paul Auster presenteia os seus leitores com 4 3 2 1, romance ambicioso, com 872 páginas, e que, partindo de questões como O que nos motiva verdadeiramente? O que nos leva a optar por um caminho em detrimento de outro? De que futuros abdicamos pelo simples facto de termos apenas uma vida para viver?, nos conduz por quatro possíveis destinos de uma mesma vida, a de Archibald Isaac Ferguson, uma só criança a quem são dados quatro caminhos ficcionais diferentes, quatro direções possíveis. Uma pessoa que se desdobra em quatro, para assim viver quatro vidas paralelas e absolutamente diferentes, mercê das circunstâncias, do acaso e das escolhas.
Além de poeta, tradutor, crítico de cinema e de literatura, romancista e autor de argumentos para cinema, Paul Auster deu aulas de escrita criativa na Universidade de Princetown, em Nova Iorque.
Vive em Brooklin, com a também escritora e crítica de arte Siri Hustvedt.

Obras publicadas
(*) obras que integram o catálogo da Biblioteca do ECB
Ficção
  • Squeeze Play (1982) (romance policial, sob o pseudónimo de Paul Benjamin)
  • A Trilogia de Nova Iorque (1987) (*)
  • Cidade de Vidro (1985)
  • Fantasmas (1986)
  • O Quarto Fechado (1986)
  • No País das Últimas Coisas (1987)
  • Palácio da Lua (1989) (*)
  • A Música do Acaso (1990)
  • Leviathan (1992) (*)
  • História de Natal de Auggie Wren (1992)
  • Mr. Vertigo (1994)
  • Timbuktu (1999) (*)
  • O Livro das Ilusões (2002)
  • A História da Minha Máquina de Escrever (2002)
  • A Noite do Oráculo (2004) (*)
  • As loucuras de Brooklyn (2005)
  • Viagens no Scriptorium (2007)
  • Homem na Escuridão (2008) (*)
  • Invisível (2009) (*)
  • Sunset Park (2010)
  • 4 3 2 1 (2017)









Não ficção
  • Invenção da Solidão (1982)
  • O Caderno Vermelho (1995) (*)
  • Experiências com a Verdade (1995)
  • Da Mão para a Boca (1997)
  • Diário de Inverno (2012)
  • Relatório do Interior (2013)

Coordenações editoriais
  • The Random House Book of Twentieth-Century French Poetry (1982).
  • Pensei que o meu pai era Deus (2001) – coletânea de histórias reais de ouvintes do National Story Project, da National Public Radio norte-americana.
  • Works of Samuel Beckett the Grove Centenary Editions (2006)

Argumentos para cinema
  • Smoke, 1995
  • Blue in the Face, 1995
  • Lulu on the Bridge, 1998
  • The Center of the World, 2001 (em co-autoria com Siri Hustvedt e Miranda July)
  • The Inner Life of Martin Frost, 2006

Reconhecimentos, galardões e prémios literários
  • 1989 – Prix France Culture de Littérature Étrangère por A Trilogia de Nova Iorque
  • 1990 – Morton Dauwen Zabel Award da American Academy and Institute of Arts and Letters
  • 1991 – Finalista do PEN/Faulkner Award for fiction com o romance A Música do Acaso
  • 1993 – Chevalier dans l'ordre des Arts et des Lettres (Ordem das Artes e das Letras da República Francesa)
  • 1993 – Prix Médicis - Melhor Romance Estrangeiro por Leviathan
  • 1996 – Bodil Awards - Melhor Filme Americano: Smoke
  • 1996 – Independent Spirit Award - Melhor Argumento: Smoke
  • 1996 – John William Corrington Award for Literary Excellence
  • 2000 – Prémio Literário Arzobispo Juan de San Clemente, de Santiago de Compostela, pelo romance Timbuktu
  • 2003 – A Trilogia de Nova Iorque é eleita pelo The Guardian/The Observer como uma das 100 melhores obras de ficção de todos os tempos
  • 2004 – Prémio Qué Leer de los lectores pelo romance A Noite do Oráculo
  • 2006 – Prémio Qué Leer de los lectores pelo romance As Loucuras de Brooklyn
  • 2006 – Em Brooklyn, o dia 27 de Fevereiro foi declarado pelo presidente desse Distrito de Nova Iorque como o 'Paul Auster Day'
  • 2006 – Prémio Príncipe das Astúrias das Letras
  • 2006 – Eleito como membro regular da The American Academy of Arts and Letters
  • 2007 – Doutor 'Honoris Causa' pela Universidade de Liège
  • 2009 – Premio Leteo (Espanha)
  • 2012 – NYC Literary Honor for Fiction pelas mãos de Michael Bloomberg, Mayor de Nova Iorque
  • 2017 – Finalista do Man Booker Prize for Fiction com o romance 4 3 2 1

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018