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quarta-feira, 19 de março de 2025

Sugestão de leitura para o Dia do Pai

 


Os Livros que devoraram o meu pai. A Estranha e Mágica História de Vivaldo Bonfim, de Afonso Cruz.

Os Livros que devoraram o meu pai é, sobretudo, um livro sobre livros. Tudo começa quando, no seu décimo segundo aniversário, Elias Bonfim recebe da avó paterna a chave para a biblioteca do seu pai, Vivaldo Bonfim. Sentado na antiga poltrona de Vivaldo, Elias decide sair do mundo real e começa a ler as obras que o pai lhe deixou, iniciando uma busca incessante pelo seu pai que desaparecera entre livros e leituras.

Vivaldo Bonfim era escriturário numa repartição de Finanças. Para escapar à rotina entediante em que a burocracia o envolvia, levava romances e novelas para o trabalho. Um dia, fingindo trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo, engolido pelo próprio livro. Esta é a sua verdadeira história — contada pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, através das narrativas que este tinha visitado através da leitura, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

Afonso Cruz, escritor, realizador de filmes de animação, ilustrador, designer e músico português, nasceu em 1971, na Figueira da Foz.

Estudou na Escola Secundária Artística António Arroio, na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e no Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira. Em 2008, estreou-se na publicação literária, com o romance A Carne de Deus.

Até hoje, publicou mais de trinta livros, entre romances, conto, ensaio, poesia, teatro, não-ficção, e ilustrou outros tantos.

Tem sido distinguido com diversos prémios, entre os quais, o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, em 2009, pelo romance Os livros que devoraram o meu pai.


terça-feira, 18 de março de 2025

Formar Leitores com a Arte - Exposição de trabalhos de alunos do 9º ano

 


Partindo do livro O Fantasma de Canterville, de Oscar Wilde, os alunos das turmas do 9º ano criaram propostas de redesign editorial para a capa do livro, tendo em conta o conteúdo da obra, personagens, ambientes e ação descritos no texto da obra referida.

As propostas visuais incluem técnicas de desenho com materiais como o lápis de cor, marcador, caneta sobre papel cavalinho, num desafio criativo que acompanha a leitura do livro escolhido e o contacto com a obra das artistas Ana Barriga e Xana Abreu.


sexta-feira, 14 de março de 2025

Dia Internacional da Matemática

 


14 de março - Dia Internacional da Matemática


O Dia Internacional da Matemática celebra-se todos os anos, desde 2019, no dia 14 de março.

Até 2019, o dia 14 de março era conhecido mundialmente como o Dia do Pi. A data é escrita como 3/14 em alguns países e 3,14 é o valor aproximado de Pi.

O Dia Internacional da Matemática é uma iniciativa da União Internacional de Matemática, organização dedicada à cooperação internacional no domínio da Matemática, e teve o apoio de várias sociedades científicas, incluindo a SPM (Sociedade Portuguesa de Matemática) e a APM (Associação de Professores de Matemática).

Neste ano letivo, para assinalar este dia, a maioria das turmas do 3.º Ciclo criaram cartazes com o tema “Matemática, Arte e Criatividade” que se encontram expostos nas respetivas salas de aula.

Para conheceres um pouco da história da Matemática através de uma aplicação interativa clica no seguinte link:


https://view.genially.com/640f6859127deb0011c88599/interactive-content-historia-da-matematica-or-g500-ecb-or-2025

sábado, 8 de março de 2025

Dia Internacional da Mulher



Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, que se comemora a 8 de março, resolvemos recordar grandes personagens femininas criadas pela pena de grandes escritores. Anna Karenina, Madame Bovary, Lady Chatterley ou Alexandra Alpha transportam consigo a mestria de Tolstoi, Flaubert, D. H. Lawrence ou Cardoso Pires. Entre tantas outras, cada uma à sua maneira, conseguiram imprimir a sua força numa época ainda marcada pelo poder masculino.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Exposição - “As plantas na obra poética de Camões”

 


Para assinalar o V Centenário do nascimento de Luís de Camões, a biblioteca do ECB apresenta a Exposição “As plantas na obra poética de Camões (épica e lírica)”, gentilmente disponibilizada pela Rede de Bibliotecas Escolares graças a uma parceria com a Universidade de Coimbra e a Sociedade Broteriana.
A seleção dos trechos poéticos e das aguarelas que os ilustram (da autoria de Ursula Beau) tem como base o trabalho de investigação que o Doutor Jorge Paiva tem consagrado ao tema, desde há vários anos, com a colaboração das investigadoras Ana Margarida Dias da Silva e Maria Teresa Gonçalves, do Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra.
Manuel de Faria e Sousa, humanista, escritor, poeta, crítico, historiador, filólogo e moralista português, nascido em 1590, declara ter visto no livro de matrículas da Casa da Índia (contendo, entre outras informações, o nome, a filiação e a idade dos mancebos destinados a embarcar) que Luís de Camões teria 25 anos em 1550. Com base nessa indicação, fixou-se a data de nascimento do poeta em 1524 ou 1525. É esse o fundamento para se celebrarem agora os cinco séculos do seu nascimento.