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domingo, 7 de junho de 2020

Dia Mundial do Ambiente - contributos do 8º C


Para assinalar o Dia Mundial do Ambiente, os alunos do 8ºC convidam-nos à reflexão sobre o nosso papel na preservação e conservação de um ambiente que se quer limpo, saudável e respeitado, através de uma série de cartazes que produziram na disciplina de Geografia.





sexta-feira, 5 de junho de 2020

Cidadania e Sustentabilidade - Roupa em segunda mão




No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, as alunas Ana Leonor, Madalena Costa e Mariana Pina, do 10º D, explicam-nos por que razão a utilização de roupa em segunda mão é uma ótima opção para a sustentabilidade e a preservação do ambiente.























Dia Mundial do Ambiente - #Hora da Natureza



Desde 1974 que, por iniciativa da Organização das Nações Unidas, o Dia Mundial do Ambiente se celebra em mais de 150 países a 5 de junho, data escolhida para festejar o dia em que teve início a Conferências das Nações Unidas sobre o meio ambiente.
Com os objetivos de promover a nível mundial a consciência e a ação ambiental e sensibilizar e consciencializar a população mundial para a importância e preservação do meio ambiente, todos os anos se organizam incitativas e atividades que apelam à participação e ao compromisso de todos nós na preservação de uma “casa” de todos. A Natureza, que nos oferece o ar que respiramos, a água que bebemos e os alimentos que ingerimos e, para que estes recursos naturais continuem a existir, precisamos de unir esforços para resgatar um delicado equilíbrio.
Quando se estima que cerca de um milhão de espécies de plantas e de animais estão em perigo de extinção em todo o mundo, nunca houve momento mais importante para nos dedicarmos à proteção da biodiversidade.
De acordo com Inger Andersen, diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), “2020 é um ano de urgência, ambição e de ação para abordar a crise que enfrentam os ecossistemas. […] É também uma oportunidade para incorporar mais plenamente as soluções baseadas na natureza na ação climática global.” (in https://www.wilder.pt/historias/dia-mundial-do-ambiente-2020-sera-dedicado-a-biodiversidade/)

Em 2020, o Dia Mundial do Ambiente foca-se no papel crucial da biodiversidade.
Em 2020 assinala-se também o início da Década das Nações Unidas para o Restauro dos Ecossistemas (2021-2030), uma iniciativa para ampliar a recuperação dos ecossistemas degradados e destruídos, como parte do combate à crise climática.

Este ano, muitas atividades e iniciativas nacionais e internacionais foram adiadas ou canceladas devido à Covid-19, perdendo-se por isso algumas oportunidades para promover de forma mais consistente uma cultura de participação em projetos globais para sensibilização e consciencialização dos problemas de sustentabilidade que afetam o Ambiente. Algumas organizações de proteção do ambiente temem que, no período pós pandemia, estes problemas se venham a revelar muito mais severos e preocupantes. A pandemia tem afetado produtores de agricultura diversificada e de pequena escala, o setor agroflorestal, verificando-se também um aumento de descartáveis, abrandamento da reciclagem, com alguns retrocessos na recolha seletiva e no tratamento de resíduos,

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Como proteger o meio ambiente? Como proteger o planeta Terra?


O dia da Terra foi comemorado a 22 de abril em todo o mundo. A data representa a luta em defesa do meio ambiente, promovendo a reflexão sobre o planeta.

Em contexto de Ensino@Distância, na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, foi proposto aos alunos que, no âmbito dos domínios da Sustentabilidade e Educação Ambiental, realizassem um trabalho criativo de sensibilização ou de apresentação de ações concretas.

Partilhamos aqui alguns desses trabalhos.




Preservar o meio ambiente é um ato importante, não só para a humanidade, mas para todos os seres que habitam a Terra. Afinal, é nela que estão os recursos naturais necessários para a sua sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas. Sem esses recursos, todas as formas de vida do planeta poderão acabar.
Ao longo da existência humana, muitos recursos naturais foram sendo degradados. Isso ocorreu por causa da queima de combustíveis fósseis; despejo de lixo e esgotos em rios e mares; crescimento desordenado das cidades; gestão hídrica inadequada; queima e destruição de matas e florestas; etc. O resultado de tudo isto é, entre outros, o aquecimento global, alterações do ciclo natural de animais e plantas, falta de água; poluição do ar e água. No futuro, isto tudo pode ser ainda pior, com a ausência de água potável, energia elétrica e alimentos, além de muitos problemas sociais.
Nós plantámos três árvores para, sempre que olharmos para elas, nos lembrarmos que os recursos naturais oferecidos pelo Planeta Terra são finitos e, por isso, eles devem ser explorados de forma sustentável de modo a que as gerações futuras também possam usufruir deles.

Imagine que, em todo este cenário, você pode fazer a diferença. Pense que no seu dia-a-dia, por si só, já pode causar um impacto positivo no planeta Terra.

Samuel Santos e Rui Silva, 10º B


A Filipa Rafael, do 10º B, refletiu e pesquisou sobre o grande desafio que é a consciencialização da importância da preservação do ambiente e apresenta-nos algumas frases que poderão chamar a nossa atenção para começarmos a pensar melhor antes de fazermos algo que possa prejudicar o meio ambiente.




Vanda Marques - Autora do mês de junho




“Quem sou? Uma eterna sonhadora, mãe de três filhos, fascinada pelos Contos de Fadas e pelos sorrisos das crianças. Tenho um gato músico, o Mozart, a Aurora e o ruivo Sebastião, o benjamim. Sou despistada, sonhadora, orgulho-me do meu lado infantil e adoro contar histórias.” (Vanda Marques) 

Vanda Marques nasceu em Alcobaça, a 19 de junho de 1968, numa família onde a cultura e as histórias preenchiam os serões. A literatura sempre fez parte da família, um elo que todos unia, em torno da biblioteca, onde Vanda descobria os clássicos que avidamente lia, e das histórias das tias, dos avós e dos bisavós que a mãe contava, "histórias verdadeiramente fantásticas, onde coexistiam tesouros antigos, amores incompreendidos e lutas pela liberdade". Foi nestes momentos mágicos, que as crianças escutavam sem pestanejar e com a respiração suspensa, que nasceu o seu desejo de escrever. Ainda na adolescência, andava com a máquina de escrever para todo o lado, mas foi apenas após o nascimento da primeira filha que o sonho de se tornar escritora se começou a concretizar.
A paixão pela História levou Vanda Marques à licenciatura na Universidade de Coimbra, mas também a transformá-la no principal tema dos seus livros. Diz que o que a motiva a escrever livros é a vontade de partilhar com as crianças as suas vivências, as histórias e as lendas que também recebeu na infância e transmitir a sua paixão pelas histórias da nossa História, inspirando-se na estrutura dos contos de fadas e na própria vida. Não é por acaso que as suas referências literárias são os contos dos Irmãos Grimm e Hans Christian Andersen, bem como Sophia de Mello Breyner, Lewis Carrol e Saint Exupéry.

De momento, é professora de História no Agrupamento de Escolas de Cister e professora de Literacias II no ISLA de Santarém. Mais recentemente, tirou o curso de yoga para crianças, porque pretende trabalhar com as crianças o poder da meditação, a importância de acalmar a mente e promover os valores da paz e da solidariedade.
Como um trabalho muito exigente e absorvente como professora, afirma que é nos intervalos entre preparar as aulas, corrigir testes e preencher “papelada” que escreve. Diz que, se fosse escritora a tempo inteiro, escolheria a manhã, pois o nascer do dia traz-lhe mais inspiração.
A escrita permite-lhe evadir, viajar e sonhar. Quando escreve, sente que se desliga da realidade e cria histórias na mente, como se estivesse a vivenciar aquelas experiências maravilhosas, conectando-se ao coração dos leitores.
E nos seus livros continua a ser a criança que brincava às escondidas no Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, onde procurava descobrir mistérios inquietantes, como nos livros de aventuras que lia.

Com cerca de 17 títulos publicados até ao momento, quase sempre com temas e personagens da História de Portugal como pano de fundo, a sua estreia como escritora publicada aconteceu com O Amor de Pedro e Inês, livro que integra o PNL e a Casa da Leitura da Gulbenkian e que continua a ser uma das obras que mais gostou de escrever.


A história de Pedro e Inês está ligada à sua meninice, por um episódio mágico que nunca esqueceu: numa determinada noite, a mão levou-a a ver a peça “A Castro”, de António Ferreira, e, embora de uma forma difusa, guardou memórias de monges a cantarem pelas naves laterais do Mosteiro, a Inês morta por amar tanto o seu rei… e Pedro que chorava de dor. Depois, um final apoteótico, com uma chuva de pétalas de rosas a cair misteriosamente da abóbada, sobre o corpo de Inês, deixando-a completamente deslumbrada e atónita. Foi este grande amor, que sempre a inquietou, que despertou em Vanda Marques a vontade de ler tudo o que conseguisse encontrar sobre a história de Pedro e Inês, sobre esse grande Amor. Tornou-se adulta e achou que estava na altura de escrever esta história para as crianças, pois, tal como se apaixonara e vibrara com este grande amor, estava na hora de passar o testemunho às crianças, para elas o perpetuarem.


E "porque as crianças precisam de referências, de memórias, de conhecer a sua identidade e podemos descobrir tudo isto na nossa História de Portugal (Reis, Rainhas, Cavaleiros, figuras lendárias e a coragem do povo anónimo)", depois dos amores de Pedro e Inês, outras personagens da História de Portugal chamaram Vanda Marques à escrita: D. Filipa de Lencastre e D. João I; D. Fuas Roupinho; a Padeira de Aljubarrota; D. Nuno Álvares Pereira; D. Isabel de Aragão e D. Dinis; a Princesa Santa Joana; D. Leonor de Avis. Pelo meio, escreveu ainda as aventuras de um Monge Detetive na Abadia de Alcobaça, contou-nos a Lenda da Fonte da Senhora e derreteu os corações dos mais pequeninos com O rei e a Estrela, Histórias para Corações Doces e Coração de leão.



E dentro do coração de Vanda Marques, além de histórias para escrever, existem muitas para contar, por isso define-se também como contadora de histórias e percorre escolas em todo o país para fazer chegar aos mais pequeninos a magia das palavras.





Livros editados:
(*) na Biblioteca do ECB

(*) O Amor de Pedro e Inês (PNL)
(*) A Padeira de Aljubarrota (PNL)
D. Fuas Roupinho (PNL)
(*) O milagre de Isabel e Dinis contado aos pequenotes – Quetzal Editores
(*) D. Nuno, O santo Cavaleiro – Editora 7 dias 6 noites
O rei e a Estrela – Editora 7 dias 6 noites
(*) A Lenda da Fonte da Senhora – INSE Editores
(*) O monge detetive na Abadia de Alcobaça – INSE Editores
(*) A herança de Filipa e João – 7 dias 6 noites
Sonho de um Castelo – Agrupamento de Cister
(*) Histórias para Corações Doces – Edição de autor
Joana, Princesa de Portugal – Edição de autor
(*) Rainha D. Leonor – Santa Casa da Misericórdia de Aljubarrota
(*) Coração de leão – Cruz Vermelha Portuguesa
Pedro e Inês - Uma História de Amor – Edição de autor
Cresci com o Andebol – Cister Andebol
D. Dinis – O rei que fez tudo quanto quis – Edição de autor
A estrela e o Rei – Edição de autor (Reedição)


[Nota: este texto foi produzido a partir de entrevistas e conversas com a escritora.]

terça-feira, 19 de maio de 2020

DIA ESCOLA AZUL


Para comemorar o Dia Escola Azul, as turmas 7.º A, 8.º A, 8.º B e 8.º C e os alunos do Erasmus + foram desafiados, nesta época difícil de confinamento, a criar trabalhos alusivos ao tema "O Oceano faz-nos falta!".





Música realizada pelos alunos do Erasmus + partilhado no Youtube:


segunda-feira, 18 de maio de 2020

Dia Internacional dos Museus 2020

"Museus para a Igualdade: Diversidade e Inclusão" – este é o tema que o Conselho Internacional de Museus – ICOM escolheu para a comemoração do Dia Internacional dos Museus em 2020. Criado em 1977 pelo ICOM, com o desígnio de sensibilizar a sociedade para o papel dos Museus no seu desenvolvimento, o Dia Internacional dos Museus é, em 2020, dedicado aos princípios da diversidade e da inclusão nas instituições culturais, em geral, e nos museus, em particular, na medida em que, tendo em conta o seu papel social, os museus podem desenvolver experiências significativas para pessoas de todas as origens que promovam a igualdade.

Mensagem de Suay Aksoy presidente do ICOM:



Em Portugal, e depois de verem as suas portas fechadas ao público, enquanto medida de contenção da pandemia COVID-19, não deixa de ser relevante que, entrando na segunda fase de desconfinamento, os Museus reabram ao público precisamente neste dia.


Neste sentido, a Direção-Geral do Património Cultural convidou os espaços museológicos da Rede Portuguesa de Museus a associarem-se a estas comemorações, nomeadamente através da partilha de iniciativas que possam ser divulgadas on-line e, também, de atividades presenciais. De forma a garantir o cumprimento das regras básicas de higiene e segurança, solicita-se a todos os visitantes que observem as condições de uso obrigatório de máscara, respeito pela distância de segurança e pelo nº máximo de visitantes estipulado por cada entidade.

Para assinalar a data e o simbolismo da ocasião foi determinada, pelo Despacho 22/GDG/2020, a gratuitidade de entrada em todos os Museus, Palácios e Monumentos sob tutela da DGPC, no dia 18 de maio de 2020.

Para saber mais sobre estas iniciativas, visite os sítios


E no Dia Internacional dos Museus, sugerimos as seguintes visitas virtuais:

20 visitas a museus de todo o Mundo

25 museus virtuais para visitar sem sair de casa

Visita virtual 3600 do Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (galerias da Coleção do Fundador e na Coleção Moderna)

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Os Maias - uma leitura dos espaços do romance por uma aluna do 11º ano


No 11º ano, estudamos Os Maias, esse esplêndido romance – do melhor que se produziu na prosa narrativa do século XIX – que tantas dores de cabeça causa aos alunos. Mas alguns atrevem-se a ir além da ideia preconcebida, vão entrando no romance. E quase sempre a reação é de surpresa e até de deslumbramento.
Não sei se é o caso da Catarina Henriques, do 11º A, que escreveu o texto que partilhamos aqui. Gosto de pensar que sim.
Foi-lhe pedido, como tarefa a realizar em aula assíncrona de Português, que escrevesse uma pequena exposição, mostrando que certos espaços do romance, no seu conjunto, contam a história do protagonista, Carlos da Maia. Foi este o texto que ela enviou.
Soledade Santos, professora de Português

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A ação d’ Os Maias passa-se na segunda metade do século XIX e apresenta-nos a história de três gerações da família Maia. Carlos Eduardo da Maia, um belo homem, física e intelectualmente, é a personagem principal do romance.
Assim sendo, todos os espaços estão relacionados com esta personagem, desde Santa Olávia até Coimbra, a Lisboa, ao seu consultório e a outros locais que frequenta, passando por Sintra e terminando em Paris, onde passa a residir no final da narrativa.
A infância de Carlos decorre em Santa Olávia, um espaço conotado muito positivamente. É o símbolo da vida e o refúgio em momentos difíceis. Já Coimbra é o local dos estudos de Carlos, do seu contacto com as novas ideias filosóficas e científicas, e o símbolo da boémia estudantil e da amizade. Sintra, por sua vez, onde procura a amada, representa a beleza paradisíaca e os encontros amorosos, mais ou menos clandestinos, da alta burguesia da época.
A vida profissional e social de Carlos passa-se em Lisboa. A cidade representa então a idade adulta e o convívio, sendo o palco dos seus amores e da desgraça da sua família. O Ramalhete, a casa onde reside com o avô, representa as expetativas, os sonhos, os sucessos, mas também a catástrofe que precipita a decadência familiar. Por sua vez, o consultório é o símbolo do diletantismo de Carlos e da sua geração. Representa os seus projetos e o posterior falhanço profissional.
É na Toca, uma quinta discreta nos Olivais, que Carlos vive a sua curta história de amor com Maria Eduarda, sendo a sensualidade de ambos simbolizada por este espaço. É também aqui, ao nível da descrição do espaço, que se encontram várias evidências que pressagiam o destino trágico do casal.
Por fim, ao longo de toda a obra, o estrangeiro surge como símbolo de cultura, de requinte e da educação superior de Carlos, mas também como um recurso para fugir aos problemas e complicações. Assim, depois do incesto e da morte do avô, é em Paris que Carlos da Maia se refugia.
Concluindo, podemos afirmar que o espaço é uma categoria central neste romance.
Catarina Henriques, nº5, 11ºA


domingo, 3 de maio de 2020

Operação 7 dias com os Media sem sair de casa 2020




No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, apresentamos a Operação 7 dias com os Media, uma iniciativa do GILM – Grupo Informal sobre Literacia Mediática, lançada anualmente, na semana de 3 a 9 de maio. Esta é uma operação que convida cidadãos e instituições a promoverem alguma forma de ação, reflexão e/ou discussão sobre os media, o seu papel e efeitos na vida individual e coletiva. Pretende estimular o pensamento crítico e a educação para os media através da partilha de atividades e projetos registados pelos participantes em http://www.7diascomosmedia.pt/
Em 2020, a 8ª edição dos 7 Dias com os Media adapta-se ao contexto gerado pela pandemia COVID-19 e lança o desafio Operação 7 dias com os Media sem sair de casa 2020.
Uma música própria criada pela Rádio ZigZag, vozes inspiradoras de diversos quadrantes, desafios para incentivar a participação de todos são algumas novidades da 8.ª edição dos 7 Dias com os Media, pretendendo estimular a participação de famílias, professores, alunos, amigos, vizinhos e da comunidade em geral, que, a partir de casa, criem ou adiram a alguma atividade enquadrada na iniciativa.
Desinformação, fake news e cibersegurança são os temas que se impõem como tónica desta edição. No entanto, como em anos anteriores, continua a ser possível a abordagem de materiais e atividades sobre outras temáticas desde que relacionadas com os objetivos da iniciativa. Nos formatos e suportes que os participantes escolherem (desenho, fotografia, cartaz, notícia, vídeo, podcast…)!
As práticas de literacia dos media visam dotar os alunos de conhecimentos necessários para o seu uso criativo e informado, capacitando os jovens para a compreensão crítica da mensagem mediática, de forma a contribuir para a sua inclusão numa sociedade dominada pelas tecnologias e pelos media, utilizando os media e espaços sociais de interação e comunicação de forma ética e responsável para produzir, comunicar e participar civicamente.

Entre os dias 3 e 9 de maio, pode acompanhar o debate online Liberdade de Expressão e Literacia Mediática em:



Para saber mais sobre literacia digital: